Levados Pela Poesia

segunda-feira, 19 de março de 2018

VALSA VERMELHA

Magnificente, ser cativante,
Aproximo-me, o tomo em um amplexo constante
E já não lhe largo mais.
Dançamos conforme ditavam as palpitações.

Sob o luar estou a me distrair,
Sobre seus olhos já não me vi,
E neste embalo todos nos distinguiram
E nesta condição todos sumiram.

Noite vazia,
Noite sangrenta,
O céu em uma escuridão rubra, –
Assim como seu nome –
A mesma que sempre nos contemplou,
E eu ainda me verto.


2014,
Thais Poentes

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