Levados Pela Poesia

domingo, 22 de abril de 2018

CHUVA DE NAPALM

A dor morreu?
Foi o que pensei.
Tudo ficará bem?
O fogo queima tudo sem pedir.
Não tem nada de novo.

Não pense sobre isso,
Não toque naquilo:
Mais do mesmo.
Vá e faça.

E são tantos os episódios,
Insanos, enlouquecem-me.
Zero a tolerância para isso.
Qual é o problema?

A chuva continuará a corroer almas
Que só sabem da afeição.
Ninguém se importa.
Todos nós provocamos
O napalm.

Ria feito um babaca,
E eles pensarão que é um,
Acontece sempre,
Mas eles mal sabem quem são.
E o que há nisso?
Malditos pingos!

2013,
Thais Poentes

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